O placar elástico de 7 a 1 conquistado pelo Flamengo na última rodada não deve servir para mascarar a realidade, mas sim para reforçar o padrão mínimo exigido. A vitória, embora contundente, não é motivo para euforia desmedida; é, antes de tudo, o cumprimento de um dever.
Quando falamos do clube com o maior faturamento e o melhor elenco do continente, a régua de exigência precisa estar no topo. Para a diretoria, comissão técnica e jogadores, a mensagem da Nação é clara: vencer é obrigação diária.
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Copa do Brasil e Estadual tem que se empenhar, se não se empenhar, vamos cobrar!!!
O Peso do Profissionalismo
Ninguém questiona os altos salários pagos aos atletas ou ao treinador. Eles são profissionais valorizados, e não obrigaram o clube a assinar contratos milionários. No entanto, o bônus financeiro traz consigo o ônus da responsabilidade.
Ser profissional no Flamengo não significa apenas comparecer aos treinos e receber em dia (o antigo "encostar a barriga no balcão"). Significa entrega total, suor até a última gota e sacrifício em todas as competições.
Não Existe "Campeonato Menor"
A mentalidade vencedora não escolhe adversário nem torneio. Seja Libertadores, Brasileirão, Copa do Brasil, Recopa, Campeonato Carioca ou até disputa de "par ou ímpar": se o Flamengo entra em campo, o objetivo único é a vitória.
O discurso de priorizar competições ou diminuir a importância de estaduais não cola com a grandeza do clube. Se não for para entrar com a faca nos dentes e levar a sério, é melhor nem participar. Quem veste o Manto Sagrado precisa entender que a pressão é parte do pacote. Se não aguenta o peso, talvez essa não seja a profissão — ou o clube — ideal.
A Alegria do Torcedor é a Meta
No fim das contas, o futebol existe por causa do torcedor. É a Nação que consome, apoia e transforma o Flamengo em uma potência mundial. A função social desse elenco milionário é retribuir esse apoio com taças.
O torcedor rubro-negro quer encher o peito e gritar "É Campeão" em tudo o que disputar. Ganhamos o Estadual? Ótimo. A Copa do Brasil? Excelente. A Libertadores? Perfeito. Essa alegria é o combustível da arquibancada e deveria ser a única razão de existir de quem gere o futebol do clube.
7 a 1 foi bonito? Foi. Mas a cobrança continua: queremos tudo.
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