Por Nilson Eugenio
Eu não tenho procuração para defender o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, nem ganho absolutamente nada com isso.
Não o conheço e nunca conversei sequer cinco minutos com o mandatário do Flamengo. Por isso, apesar de criticar a situação em que o time se encontra — e de ter avisado antes de a crise chegar a esse ponto, fugindo da figura do "engenheiro de obra pronta", assim como a esmagadora maioria da nossa torcida —, mantenho a minha coerência.
Voltando ao Bap: nunca o ofendi ou falei mal especificamente dele como pessoa, justamente por não o conhecer. Por isso, me assusta profundamente a leviandade de muitos profissionais da mídia esportiva. Eles enchem a boca para chamá-lo de vaidoso, arrogante, prepotente e antiético, sem nunca terem convivido com o presidente do Flamengo por sequer cinco minutos. Mas deve dar audiência falar essas coisas; é o velho jogo covarde e hipócrita do "tudo pela audiência".
Se ele é vaidoso, o que é a Sra. Leila Pereira, que faz de tudo para aparecer na mídia com declarações bombásticas? Vaidoso é o cara que fica na dele? Curiosa essa lógica, para dizer o mínimo.
Quem é o Verdadeiro Arrogante Nessa História?
Fica a reflexão: quem realmente é vaidoso, arrogante e prepotente? É o dirigente que está lá na sala dele, na Gávea, ou são essas pessoas com microfones nas mãos que acusam o caráter de alguém sem conhecer a realidade?
Aqueles que atacam o presidente baseados apenas em opiniões vagas — e muitas vezes movidos por interesses e apurações igualmente vagas — não estariam sendo eles mesmos os verdadeiros vaidosos, arrogantes, prepotentes, covardes e, principalmente, antiéticos?
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A Falsa Moral dos "Caçadores de Audiência"
Façamos o nosso próprio julgamento. Nosso mandatário, até onde eu sei, não é candidato a nenhum cargo eletivo. Ele e a nossa torcida não precisam ser simpáticos para agradar torcidas rivais ou "profissionais" de mídia que tentam usar o nome do nosso amado clube como escada. Diferente da "amada" e "idolatrada" Leila Pereira, o Bap não vai à imprensa usar esse tipo de estratégia.
Esses são os mesmos jornalistas que adoram apontar o dedo para os produtores de conteúdo independente, acusando-nos, muitas vezes, de sermos "caçadores de cliques". Mas, afinal, o que são vocês então? Caçadores de audiência a qualquer custo?
A verdade nua e crua é uma só: o dia em que nada acontecer no Flamengo, lhes faltará assunto para trabalhar.
Levianos, antiéticos, hipócritas e covardes.
Raça, Amor e Paixão! Isso aqui é Flamengo!
