No esporte, a rivalidade entre Brasil e Argentina é sagrada. Mas toda regra tem sua exceção. E na Gávea, a exceção atende pelo nome de Nicolás Laprovittola.
Existem contratações que preenchem elenco, e existem contratações que mudam a história. A chegada de "Nico" em 2013 pertence à segunda categoria. Em apenas duas temporadas, esse armador genial não apenas vestiu o Manto Sagrado; ele o honrou com uma classe que transformou o Flamengo de "potência nacional" em "Campeão do Mundo".
Neste artigo, vamos entender como a mente brilhante desse argentino foi a peça final do quebra-cabeça que montou o maior time de basquete da nossa história.
1. A Peça que Faltava (2013)
Para entender o impacto de Laprovittola, volte a 2013. O Flamengo de José Neto já era forte. Tinha a liderança de Marcelinho Machado, o auge físico de Marquinhos e a raça de Olivinha. Mas faltava o cérebro.
O time precisava de um Floor General — o armador clássico que não apenas pontua, mas que dita o ritmo, que sabe quando acelerar e quando cadenciar. A diretoria apostou alto ao trazer uma promessa do Lanús (Argentina). A adaptação foi mágica. Laprovittola trouxe o Pick-and-Roll (jogada de bloqueio) à perfeição, especialmente com Jerome Meyinsse. De repente, o ataque do Flamengo deixou de ser apenas talentoso para ser uma máquina tática imparável.
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2. O Mundo aos Seus Pés: O MVP do Mundial (2014)
A "Era Laprovittola" teve muitos troféus, como a Liga das Américas de 2014 (vencida no Maracanãzinho), mas nada se compara ao dia 28 de setembro de 2014.
Copa Intercontinental FIBA (Mundial de Clubes). O adversário era o Maccabi Tel Aviv, campeão da Euroliga e favorito absoluto. O mundo olhava para o Flamengo como azarão.
Mas Nico não se importou. No jogo decisivo, ele fez a atuação da vida dele.
A Performance: Laprovittola não jogou; ele flutuou. Foram 24 pontos e 6 assistências. Ele infiltrou, chutou de três e desmontou a defesa israelense com uma frieza assustadora.
Ao vencer por 90 a 77 e levantar a taça de Campeão Mundial, ele foi eleito, indiscutivelmente, o MVP do torneio. Ali, o argentino entrou para a eternidade rubro-negra.
A "Era Laprovittola" teve muitos troféus, como a Liga das Américas de 2014 (vencida no Maracanãzinho), mas nada se compara ao dia 28 de setembro de 2014.
Copa Intercontinental FIBA (Mundial de Clubes). O adversário era o Maccabi Tel Aviv, campeão da Euroliga e favorito absoluto. O mundo olhava para o Flamengo como azarão. Mas Nico não se importou. No jogo decisivo, ele fez a atuação da vida dele.
A Performance: Laprovittola não jogou; ele flutuou. Foram 24 pontos e 6 assistências. Ele infiltrou, chutou de três e desmontou a defesa israelense com uma frieza assustadora. Ao vencer por 90 a 77 e levantar a taça de Campeão Mundial, ele foi eleito, indiscutivelmente, o MVP do torneio. Ali, o argentino entrou para a eternidade rubro-negra.
3. A Hegemonia Nacional: O Maestro do NBB
Não foi só brilho internacional. No Brasil, Laprovittola foi um pesadelo para os rivais.
Ele conduziu o time ao Bicampeonato do NBB na temporada 2013-14 e ao Tricampeonato na temporada 2014-15.
A final de 2015, contra o supertime do Bauru (que tinha Alex e Hettsheimeir), foi sua despedida de luxo.
O Homem Decisivo: Na série final, ele controlou o jogo de tal maneira que foi eleito o MVP das Finais do NBB. Em dois anos, ele gabaritou: MVP do Mundial e MVP do Brasileiro. Ele provou ser um jogador "Clutch" — aquele que cresce quando a bola pesa.
Não foi só brilho internacional. No Brasil, Laprovittola foi um pesadelo para os rivais. Ele conduziu o time ao Bicampeonato do NBB na temporada 2013-14 e ao Tricampeonato na temporada 2014-15.
A final de 2015, contra o supertime do Bauru (que tinha Alex e Hettsheimeir), foi sua despedida de luxo. O Homem Decisivo: Na série final, ele controlou o jogo de tal maneira que foi eleito o MVP das Finais do NBB. Em dois anos, ele gabaritou: MVP do Mundial e MVP do Brasileiro. Ele provou ser um jogador "Clutch" — aquele que cresce quando a bola pesa.
4. Um Legado Curto e Gigante
Em 2015, o talento de Nico ficou grande demais para a América do Sul. Ele partiu para a Europa e, posteriormente, chegou à NBA (jogando no San Antonio Spurs), provando que o Flamengo tinha em mãos um atleta de elite global.
Sua passagem durou apenas dois anos, mas o legado é eterno.
Títulos: 1 Mundial, 1 Liga das Américas, 2 NBBs e 2 Cariocas.
Prêmios: MVP do Mundial e MVP das Finais do NBB.
Em 2015, o talento de Nico ficou grande demais para a América do Sul. Ele partiu para a Europa e, posteriormente, chegou à NBA (jogando no San Antonio Spurs), provando que o Flamengo tinha em mãos um atleta de elite global.
Sua passagem durou apenas dois anos, mas o legado é eterno.
Títulos: 1 Mundial, 1 Liga das Américas, 2 NBBs e 2 Cariocas.
Prêmios: MVP do Mundial e MVP das Finais do NBB.
Conclusão
Nicolás Laprovittola é a prova de que a paixão rubro-negra não tem fronteiras. Ele foi o cérebro que organizou a nossa raça. Ele foi o argentino que nos ensinou a amar o tango, desde que dançado com uma bola laranja na mão e a taça de campeão do mundo no final.
E para você, Laprovittola foi o melhor armador da história do FlaBasquete? Ou prefere o Ricardo Fischer ou Yago? Deixe sua opinião nos comentários!
Nicolás Laprovittola é a prova de que a paixão rubro-negra não tem fronteiras. Ele foi o cérebro que organizou a nossa raça. Ele foi o argentino que nos ensinou a amar o tango, desde que dançado com uma bola laranja na mão e a taça de campeão do mundo no final.
E para você, Laprovittola foi o melhor armador da história do FlaBasquete? Ou prefere o Ricardo Fischer ou Yago? Deixe sua opinião nos comentários!